NÃO FIQUE DE FORA DA MAIOR COMUNIDADE (MERECEMOS UM MUNDO MELHOR)

Web Marketing

O que é Bitcoin e seu impacto atual, história e futuro

O que é Bitcoin e seu impacto atual, história e futuro

O que é Bitcoin e seu impacto atual, história e futuro

O Bitcoin é a sensação do momento, ele aos poucos está ganhando todos os lugares e ganhando destaque no mundo.

O famoso dinheiro para a internet. O mundo de hoje em dia é comandado felizmente ou infelizmente pelo capital.

A Economia é um dos fatores mais importantes do capitalismo.

Economia é uma ciência que estuda os processos de produção, distribuição, acumulação e consumo de bens

materiais. Todos esses itens possuem um valor. Esse valor pode variar em diversos cantos do mundo.

Na Economia, Moeda é tudo que é geralmente aceito para quitar obrigações e pagar por bens e serviços.

Seguindo essa definição, qualquer coisa pode ser moeda, desde que seja aceita como forma de pagamento.

A forma mais utilizada de pagamento hoje em dia é o pagamento eletrônico. Um pagamento eletrônico é qualquer

tipo de pagamento que não utiliza dinheiro vivo ou cheque de papel.

Os métodos de pagamentos eletrônicos incluem cartões de crédito, cartões de débito e transações bancárias feita

pelos terminais e sem envolver dinheiro físico.

Bitcoin (BTC) é uma moeda virtual utilizada como troca de bens e serviços, feita através de um pagamento

eletrônico, mas diferente das transações bancárias ou cartões de crédito, o Bitcoin não tem nenhum órgão que a

controle, imponha taxas ou comande as operações.

O seu surgimento vem da implementação do conceito titulado de Cripto-Moeda. Esse conceito foi mencionado pela

primeira vez em 1998 por Wei Dai em uma lista de discussão cypherpunks.

A Cripto-Moeda seria uma nova forma de dinheiro que utiliza a criptografia para controlar sua criação e as

transações diversas.

O conceito e as primeiras especificações do Bitcoin foram publicados em 2008 por Satoshi Nakamoto.

O Artigo de Nakamoto foi recebido com opiniões diferentes, atraindo o ceticismo de boa parte da comunidade, pois

propunha uma solução bem prática a um problema que durava por mais de 25 anos na Ciência da Computação, que

era referente à impossibilidade de se criar e de manter consenso entre uma rede distribuída e sempre era alvo de

muitas teorias sem grandes resultados práticos.

Depois de 2 meses após a publicação do seu artigo teórico e da grande repercussão nas listas de discussões sobre

criptografias, o usuário Satoshi Nakamoto disponibilizou no dia 3 de janeiro de 2009 a sua primeira versão (v0.1) do

software Bitcoin e ainda deixou aberto todo o código em cima do qual a sua aplicação é baseada.

Permitindo assim a avaliação efetiva do sistema de Satoshi, por meio de testes práticos do seu real funcionamento,

atraindo assim a atenção dos primeiros desenvolvedores, como o famoso programador e criptógrafo norte-

americano Hal Finney. O anônimo Satoshi deixou o projeto no final de 2010, sem revelar muito sobre si mesmo.

A comunidade vêm então crescendo com muitos desenvolvedores trabalhando em Bitcoin.

O famoso Bitcoin não é apenas uma moeda é também um protocolo e um software
que possibilita transações peer-to-peer instantâneas (ponto a ponto) e pagamentos a nível mundial.

Portanto não tem um banco intermediando. A transação é feita apenas entre os meios diretamente envolvidos.

Assim deixando as taxas muito mais baratas. O Bitcoin também é um aplicativo ou computador móvel que oferece

uma carteira Bitcoin pessoal e permite que o usuário envie e receba os Bitcoins.

Os pagamentos são feitos em uma aplicação de carteira, seja em um computador ou smartphone, apenas se digitando

o endereço do destinatário, inserindo o valor do pagamento e apertando o botão enviar.

Para tornar mais fácil a inserção do endereço de um destinatário, muitas carteiras podem pegar o endereço por

digitalização de um código QR ou tocar em dois telefones com a tecnologia NFC.

As Carteiras Bitcoin mantém uma informação sigilosa denominada chave privada ou semente, que é usada para

assinar as transações, fornecendo assim uma prova matemática que prova que elas vieram do dono da carteira

realmente existente.

A assinatura também previne que a transação não seja alterada por qualquer um depois de for emitida.

Quando um usuário perde a carteira, seu dinheiro é retirado de circulação.

Os Bitcoins perdidos ainda permanecem na Block Chain (um registro geral do Bitcoin), assim como quaisquer outros

Bitcoins. Mas ao perder seus Bitcoins, eles ficaram perdidos para sempre, porque não há nenhuma maneira de

alguém encontrar a chave privada que lhes permitiria serem gastos novamente.

O uso de Bitcoin pode ser dificultado por regulações restritivas de cada local, nesse caso fica difícil de se determinar

a porcentagem de usuários que continuariam a usar essa tecnologia.

O protocolo e software Bitcoin são publicados com seu código aberto e qualquer desenvolvedor em todo o mundo

pode rever o código ou fazer a sua própria versão modificada e atualizada do software.

Enquanto os programadores estão melhorando o aplicativo, os mesmos não podem forçar a mudança no protocolo

do Bitcoin, porque todos os usuários estão livres para escolher o software e a versão de sua preferência.

Mas pelo motivo de permanecer compatíveis uns com os outros, todos esses usuários precisam usar o software que

esteja em conformidade com as mesmas regras.

A ideia de Bitcoin só pode funcionar corretamente com um consenso total entre todos os seus usuários.

Portanto, todos os usuários e desenvolvedores têm um forte incentivo para proteger essas regras.

Esse grupo de usuários que utilizam o Bitcoin é conhecido como “Rede Bitcoin”.

A rede Bitcoin compartilha um registro público chamado de cadeia de bloco ou Block Chain.

A cadeia de blocos é um livro de registro de contabilidade público compartilhado e que toda a rede Bitcoin confia.

A Block Chain contém todas as transações já processadas, dando permissão ao computador do usuário para verificar

a validade de cada transação.

A autenticidade das transações são protegidas por assinaturas digitais correspondentes aos endereços enviados,

permitindo que todos os usuários tenham um controle total sobre o envio dos Bitcoins de seus próprios endereços

Bitcoin.

Além disso, qualquer um pode processar transações, usando o poder de computação de um hardware especializado e

ganhar uma recompensa em Bitcoins por este serviço.

Pode se conseguir o Bitcoin comprando em sites de câmbio ou usando o computador para minerar, há outras formas

de se ganhar a moeda virtual.

Alguns sites e aplicativos distribuem fragmentos de Bitcoins, apenas para o usuário se manter logado.

A criação monetária é o processo pelo qual a oferta de moeda (ou o estoque de moeda) de um país ou região é

aumentada.

O dinheiro é sempre criado pela produção de novas unidades monetárias, como papel moeda ou moedas em metal e

geralmente de responsabilidade do tesouro nacional.

Nas economias modernas, pouco dinheiro do suprimento monetário se encontra em moeda física.

A sua maior parte é criada pelo sistema de reserva fracionária, através de empréstimos ou quantitative easing.

A moeda virtual Bitcoin também não fica atrás, para se criar mais Bitcoin existem também um processo, chamado

Mineração.

A mineração é um sistema que funciona através de um consenso mútuo, que serve para confirmar as transações e

incluí-las no Block Chain.

Os mineiros de Bitcoin são os que processam as transações e fazem a rede segura usando um hardware especializado

e criando os novos Bitcoins.

Minerar tem um custo e quanto mais mineradores existirem maior fica esse custo operacional.

Então, quanto maior número de mineradores que se juntam à rede, maior a dificuldade de gerar lucro.

Limitando um teto para a criação de novos Bitcoins. O número de novos Bitcoins criados cada ano é

automaticamente reduzido pela metade até que a emissão seja completamente suspensa com um total de 21 milhões

de Bitcoins existentes.

Os serviços dos mineradores também é de manter todos participantes do sistema sincronizados.

Como não é centralizado por um órgão emissor, esse serviço é distribuído pelos colaboradores e nenhum em

particular tem o controle sobre a rede.

Assim na lógica nunca vai cair o sistema de Bitcoin, sempre terá alguém fazendo essa moeda trabalhar.

Os Mineiros de Bitcoin não são capazes de enganar a Rede Bitcoin, aumentando a sua própria recompensa, nem

processar transações fraudulentas que poderiam corromper a rede, porque qualquer dos nós Bitcoin (grupo de

usuários que colaboram) rejeitariam os blocos que têm dados inválidos de acordo com as regras do protocolo

Bitcoin.

A rede continua a ser segura, mesmo que nem todos os mineiros de Bitcoin possam ser confiáveis.

O preço de um Bitcoin é determinado pela lei da oferta e da demanda como qualquer produto no mercado.

Quando a procura por Bitcoins aumenta, o preço aumenta, e quando a procura cai, o preço diminui.

O limite de Bitcoins em circulação e as novas Bitcoins são criadas em uma taxa previsível e decrescente, o que

significa que a demanda deva seguir este nível de inflação, mantendo assim seu preço estável.

A Moeda Bitcoin não é anônima e não pode oferecer o mesmo nível de privacidade que o papel moeda.

Portanto contas falsas não podem fazer nenhum procedimento envolvendo os Bitcoins.

O usuário do Bitcoin deixa uma extensiva lista de dados públicos.

Mesmo o Bitcoin não sendo é uma moeda fiduciária com estado de moeda legal em nenhuma jurisdição, os impostos

se aplicam independentemente do meio utilizado. Então ela não está livre de pagamento de impostos.

Portanto, se tem uma grande variedade de legislações em várias diferentes jurisdições que poderiam fazer com que

renda, vendas, folhas de pagamento, ganhos de capital, ou qualquer outra forma de responsabilidade fiscal use o

Bitcoin.

A história está cheia de moedas que falharam e não são mais utilizadas, tais como o Marco Alemão, durante a

República de Weimar e mais recentemente, o Dólar de Zimbábue.

As falhas das moedas anteriores foram por causa da hiperinflação, do tipo que Bitcoin torna impossível acontecer,

sempre há possibilidade de falhas técnicas, moedas concorrentes, questões políticas e assim por diante.

Como regra básica, nenhuma moeda deve ser considerada absolutamente segura de falhas ou problemas.

As oscilações do preço do Bitcoin levam os especialistas a pensar que toda essa onda não passa de mais uma

pirâmide disfarçada no ambiente digital.

Mas com a ausência de um organismo central regulador, a possibilidade de transferência de recursos de pessoa para

pessoa que está livre de taxas governamentais e de outros tipos de controle, bem como a regulação pelo próprio

mecanismo do software que a criou afasta a possibilidade de estar vinculada a esse tipo de fraude.

Bitcoin é dinheiro e portanto pode ser usado tanto para fins legais e ilegais.

Atualmente o Bitcoin não passa por um momento otimista.

A tecnologia acabou concentrada na mão de poucos grupos com muito poder, indo contra a ideia da dispensava

sistemas bancários e de que trabalhava de forma descentralizada.

Os congestionamentos em sua rede podem fazer com que as taxas cobradas excedem as de um cartão de crédito.

Mais um ponto que pode ter condenado o futuro da Cripto-Moeda foi o seu “apagão” de informações oferecidas aos

fornecedores ocorrido em 2015.

Originalmente aberta, a comunidade de desenvolvedores está cercada de mistérios e decisões que dificilmente vêm a

público, o que diminui a confiança dos investidores.

A conclusão é a de que a ganância e a falta de visão de algumas pessoas condenaram todo o sistema, que nunca vai

atingir os objetivos que foram atribuídos a ele em sua criação.

Apesar desses acontecimentos o futuro dessa moeda é incerto e tudo pode mudar, mas a moeda virtual considerada

como uma alternativa para o sistema financeiro global pode estar condenada.

Investir em Bitcoins tem o mesmo perigo que investir em qualquer moeda já existente, mas está longe de ser apenas

uma fantasia de apenas derrubar o sistema financeiro mundial.

Falta muito ainda para se tornar uma moeda forte e ser aceita na padaria da esquina mas não é nenhum joguinho de

videogame.

Na realidade não existe um investimento sem risco.

O risco de um investimento pode ser remoto, mas não é inexistente.

Existem aplicações de baixo risco e outras de risco muito alto.

O risco também pode variar de acordo com o objetivo do investidor.

Simplificando não existe aplicação sem riscos, mas existe a aplicação errada.

O importante não é apenas entender os riscos a que o investidor está exposto em cada investimento como também se esses riscos estão dentro dos seus objetivos.

O certo é que ninguém vai ficar milionário apenas investindo em Bitcoin, é preciso de muita cautela e o famoso pé no chão.

Por gentileza, se deseja alterar o arquivo do rodapé,
entre em contato com o suporte.